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A OPC (Opel Performance Center) seguiu os passos da Audi Sport no uso de tração integral. A Audi havia se retirado do DTM, e no mesmo ano (1993) estréia no DTM com a versão Superturismo do Opel Calibra, que assim como o Alfa Romeo 155, eram os únicos carros 4x4 da série. Com o regulamento da época, era um sedã médio com tecnologia de um F1!!!!! Motor dianteiro V6 2.5 com 420 HP, tração 4x4 com controle eletrônico, câmbio sequencial de 6 marchas, freios ABS, carroceria e chassis feitos de fibra de carbono, e suspensão com geometria variável. Foi campeão com Manuel Reuter na temporada de 1996.
Bom pessoal, conforme disse antes, e alguns já devem ter reparado, o blog passou por mudanças. Algumas visíveis, como a mudança do layout, que solucionará problemas de carregamento da página, além de facilitar a leitura.
O Renault 21 Turbo foi desenvolvido para bater de frente com os carros referência do turismo da época, criado em 1986, foi colocado nas pistas em 1988, e com Jean Ragnotti e Jean-Lois Busquet, sagrou-se vitorioso no campeonato francês de superturismo nesse ano, mas no ano seguinte ficou com o vice. Na mesma época, foi colocado nos ralis, onde ficou até ser substituído pelos Renault Clio, enquanto nas pistas foi substituído pelo Renault Megáne. Era um sedã quatro portas com tração 4x4, motor de 2 litros com 430 HP. O carro alcançou o recorde mundial de velocidade na neve com Jean-Pierre Malcher, com pneus normais, alcançou aproximadamente 246 km/h, já com pneus para neve chegou nos 250!!! O carro usado no recorde usava pára-quedas para auxiliar na frenagem.
Assim como nos ralis, a Audi usou os campeonatos de turismo pra promover seus carros com sistema quattro. E após a ascensão dos Superturismo, a Audi resolveu colocar seu novo sedã A4 com o sistema de tração integral quattro nos campeonatos nacionais e europeu de superturismo, até que em meados da década de 1990 a FIA proibiu os carros 4x4 nos campeonatos de turismo.
O VW Militar exposto em 1976, foi vetado pelas Forças Armadas como veículo militar, mas deu origem ao simpático JEG, que reutilizava boa parte da mecânica e da carroceria do VW Militar. O estepe foi deslocado para o interior do carro resultando em uma frente diferente e mais curta. Foi produzido entre 1978 até 1981, com mecânica comum dos fora-de-estrada brasileiros da época, motor VW 1600. Ao contrário dos concorrentes, eles contavam com tração 4x4 integral (os rivais, usavam roda-livre) e curiosamente, houve uma versão 4x2 que não teve tanto sucesso. Após o fim da produção, o sistema de tração foi adaptado em uma Kombi.
O Mazda 323, é talvez o carro mais subestimado do Grupo A, mesmo tendo vencido 3 etapas do WRC, sendo 1 com Timo Salonen (Rali da Suécia de 1987) e duas com Ingvar Carlsson (Nova Zelândia e Suécia em 1989) nunca foi visto como grande coisa, mas com o a elevação do Gr.A para categoria máxima, a coisa mudou, passou a ser considerado um grande rival para o Lancia Delta. Foi usado entre 1986 até 1993, e era um hatchback 4x4 de motor dianteiro 1.6 turbo com 250HP, que não fazia feio...bem, quando durava, pois a resistência dos Mazda era tão crônica, que nem sempre a marca participava de uma temporada inteira. o momento mais embaraçoso foi quando a MRT (Mazda Rally Team) descobriu um problema na transmissão dos carros na rampa de largada do RAC Rally (Inglaterra) de 1987, e resolveu abandonar, antes de começar a prova.
Em 1983, a Ford decide promover o Sierra em compeições, e junto com a Cosworth, preparadora parceira de longa data da marca, montam um acordo, a Ford queria um motor variante do YB, turbinado, com 180 HP na versão de rua e 300HP na versão de corrida. Mas a preparadora fez uma contra-proposta interessante...204HP na versão de rua, 300HP na de corrida e um mínimo de 15.000 motores (o regulamento do Gr.A requeria o mínimo de 5.000 carros fabricados), com isso a Ford guardou os motores excedentes. Usava a caixa de marchas do Mustang, uma Borg-Warner T5, mas o motor era nervoso demais, e tiveram que criar uma nova. Inicialmente o carro era para as pistas, e contava com tração traseira, mas na segunda geração, lançada em 1990, contava com tração 4x4. Nas pistas foi um carro fora de série, dominando a temporada inaugural do WTCC em 1987, além de ganhar várias provas do tipo. Nos ralies tinham bons resultados, servindo de base para os Ford Escort RS Cosworth, que os substituiu em 1993.