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terça-feira, 28 de julho de 2009

Carros de Competição: Alfa Romeo GTV6

A Alfa Romeo modificou o Alfetta GT, colocando um motor V6 de 2.492cc e com isso o carro ficou mais ágil, e tinha um visual mais limpo que o do GT. Como foi intruduzido na época de transição do regulamento CSI para o novo Anexo J, foi homologado como Gr.4 e logo depois foi reclassificado como Gr.A, onde era um dos melhores carros da primeira geração do Gr.A. Seu melhor resultado no WRC foi no fatídico Tour de Corse (França) de 1986, onde conseguiu a vitória na classe A, e o terceiro lugar geral com Yves Loubet. Foi substituído pelo Alfa Romeo 75 em 1987.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Carros de Competição: Alfa Romeo Alfetta GT

A Alfa Romeo teve uma passagem discreta nos ralis, embora tivesse bons carros, a atenção da marca de Milão era voltada para o turismo, enquanto a Lancia chocava o mundo com o Stratos, a Alfa Romeo através da Autodelta instalava um motor V8 de 2.992cc de 470 HP derivado do Montreal em um Alfetta GT, o resultado foi uma versão Gr.4 do carro. O Alfetta GT estreou com vitórias no Rali do Elba (Alemanha), e de Costa Brava (Espanha) além de uma vitória na classe no Tour de Corse (França) no mesmo ano. O modelo de 3 litros (Gr.4) foi inscrito em uma prova, mas foi abandonado, A Alfa Romeo estava mais interessada em turismo do que em ralis, embora os GT tenham sido substituídos pelos GTV na década de 1980.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Carros de Competição: Alfa Romeo Alfasud Sprint 6C

Em 1983, a Alfa Romeo mostra o sucessor dos GTV no WRC, o Alfasud Sprint 6C, incialmente um carro promissor, com motor central de 2.480cc V6 com 230HP aspirado, e tração traseira. O que ia totalmente contra as tendências da época, mas a ideia era "evoluir" para uma versão realmente competitiva, e melhorar a imagem do Alfasud no mercado, que devido a um grave problema do Grupo FIAT, que ao entrar em acordo com o governo Soviético para construirem a Lada, recebeu aço como pagamento, mas não era adequado a fabricação de automóveis, fazendo do Alfasud um modelo evitado até pelos entusiastas da marca. O projeto foi abortado pela Alfa Romeo que na época enfrentava uma crise financeira, que somado à imagem negativa dos carros italianos da época, principalmente Alfas e FIATs. Foi mais um que ficou só na promessa...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Carros de Competição: Alfa Romeo 155 V6 TI

No início da década de 1990, o DTM (Deutsche Tourenwagen Meisterschaft) - Campeonato Alemão de Turismo, mudou o regulamento dos carros do Gr.A para FIA Class 1, mais liberal, fez com que a popularidade da competição fosse alavancada a tal ponto de concorrer com a Fórmula 1 diretamente, em grande parte por conta dos novos carros usados, como o Alfa Romeo 155 V6 TI (Turismo Internazzionale), que contava com chassi monocoque em fibra de carbono, motor V6 de 483 HP que fazia o carro alcançar 300 km/h, tração 4x4, freios ABS, além de auxílios eletrônicos (os mesmos que foram banidos da F1 em 1994), fazia desse sedã executivo uma lenda entre os carros de turismo.
Utilizado entre 1992 até 1996, o Alfa 155 ganhou 38 corridas no DTM (recorde até hoje insuperado), sendo que em 1993 faturou o título com facilidade, ganhando 13 das 22 corridas.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Jipes: Alfa Romeo 1900M/Matta

Nos Anos 50, a Alfa Romeo fez um modelo fora-de-estrada de curta duração, foi fabricado entre 1952 e 1954. Baseado no modelo militar AR51 e o AR52 (Autovettura da Ricognizione, Viatura de Reconhecimento), com mecânica baseada no Alfa Romeo 1900, era o Alfa Romeo 1900M também conhecido como Matta. Teve vida curta, pois, era concorrente do FIAT Campagnola, que com mecânica mais simples, e era mais barato que o modelo da Alfa Romeo. Mesmo tendo uma breve passagem, o Matta conseguiu algumas marcas em competições, como uma vitória na Mille Miglia na classe para veículos militares. E deu orgem ao modelo argentino IKA Bergantin que possuía mecânica do 1900 Berlina mas contava com um motor Willys de 4 e 6 cilindros.
A versão militar (AR) teve vida um pouco mais longa, indo de 1951 até 1959 quando foi substituída pelo Campagnola.