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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Carros de Competição: FIAT 147 Rallye


Os FIAT 147 foram bastante usados em ralis na América do Sul durante a década de 1970 e 1980, E durante essa época quando as provas passaram a ser estruturada com as normas da FIA, o valente carrinho ítalo-brasileiro se provou um grande vencedor. Sendo usado por grandes pilotos sulamericanos como o argentino Jorge Recalde e o uruguaio Gustavo Trelles e por um sem número de pilotos brasileiros com apoio da FIAT. Não fez feio em provas internacionais como o 1º Rali Internacional do Brasil em 1979 e em 1981, ano em que o Brasil estreou no WRC. Sendo o sexto geral na prova com Gustavo Trelles.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Carros de Competição: FIAT X1/9 Prototipo


Em 1973, a FIAT em conjunto com a Abarth começaram a desenvolver um substituto para o 124 Spider Abarth, e o escolhido foi o novo e revolucionário modelo X1/9 (ou icsunonove), que teve o motor revisado, um motor de 1840cc com cabeçote 16v e dois carburadores Webber 44 duplos com 210HP ao invés dos motores 1.3 e 1.5 usados no modelo de rua com 75HP e 85HP respectivamente, além de apêndices aerodinâmicos (como uma tomada de ar no estilo dos carros de F1, e uma asa traseira), o carro teve vida curta, logo no final de seu desenvolvimento surgiu o 131 Abarth e os seis X1/9 Prototipo produzidos ( 1 protótipo, 3 modelos de corrida, 1 protótipo de uma possível versão de rua, e 1 para reposição) foram descartados.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Carros de Competição: FIAT Uno Turbo

O Uno Turbo foi o último carro da Fiat Corse a participar oficialmente no WRC. Nele, o problema de motor que abalava os Ritmo foi soluclionado...usava um motor 8v de 1.301cc com 150 HP!!!!!!!!!
O carro não teve resultados muito expressivos no WRC, só um 3º lugar em Portugal. Mas era querido pelos fãs por seus pilotos, Alessandro Fiorio e Gianni del Zoppo, que sempre levavam o pequeno carro ao final das provas. Foi usado por três anos, entre 1986 até 1988, quando a marca se retira do WRC de forma oficial.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Carros de Competição: FIAT Ritmo Abarth

O Fiat Ritmo era usado pela equipe B da Fiat no WRC, dando apoio aos 131 Abarth. Estreou em 1979 no Rallye de Monte Carlo, junto com VW Golf GTI e Ford Fiesta no Gr.2.
Seu ponto fraco era o motor...forte demais para o carro, enquanto o modelo de rua usava um motor de 1.5 com 74HP, no modelo de competição o mesmo motor liberava 200HP!!!!!!!!!
Mas o milagre da multiplicação não deu certo, e o carro sofria com quebras, só sanadas com a versão 125 TC, com motor 2.0.
O carro foi usado até 1984, quando foi susbtituído pelo Uno Turbo de Gr.A.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Carros de Competição: FIAT 127 Abarth

Os 127 Abarth são raros, sendo modelos exclusivos de competição, e foram usados basicamente em campeonatos nacionais, era um carro bastante ágil no Gr.2. Era na contramão dos carros da época, que eram sedãs, ou com motores grandes demais para o carro, o 127 não chegou a correr no WRC, mas uma variante sua sim, o 147, que foi o primeiro carro de rali movido a álcool em 1981. O carro foi usado entre entre 1973 até o início da década de 1980, quando foi substituído pelo Ritmo Abarth.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Carros de Competição: FIAT 131 Abarth

Em finais de 1976, a FIAT "retorna" à cena, tirando os Lancia Stratos um pouco dos holofotes, e fazendo uma versão Gr.4 para o substituto da linha 124 no WRC, o FIAT 131 Mirafiori, que trouxe o título mundial que seu antecessor, o título mundial de construtores, no caso três, 1977, 1978 e 1980, sendo um dos últimos carros Gr.4 a ser campeão, antes dos Gr.B.
Mais uma vez, a elaboração técnica do carro ficou a cargo da Abarth, que fez uma obra-prima em cima de um sedã médio familiar. Gerando duas variações de vida curta, o FIAT 031 Abarth 3500 Bertone, que contava com um motor V6 3.5cc, com caixa de marchas do De Tomaso Pantera, e o FIAT 035 Abarh Volumetrico, que contava com um motor 1.5 com compressor volumétrico, ambos com especificação para Gr.5, mas acabaram sendo laboratório para o sucessor do FIAT 131 Abarth, o Lancia 037.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Carros de Competição: FIAT 124 Spider Abarth

Dando seqüência a linhagem FIAT 124 nos ralis, enquanto os SEAT 124 e AvtoVAZ/Lada 2101 e 2105 eram versões revisadas do modelo 124 de rua da fabricante italiana, a matriz seguiu na contra-mão e colocou o modelo 124 Spider, com carroceria diferente do modelo normal nas pistas. O carro fez um enorme sucesso, e seguindo a receita de seus irmãos espanhol e soviético, usava um motor maior que o do modelo normal e alguns componentes modificados para maior performance, foi bastante vitorioso no Campeonato Europeu de Rali, mas foi ofuscado pelo Lancia Stratos, utilizado entre 1972-1976, seu ponto máximo foi em 1974 e 1975, sendo vice campeão vencendo o Ralli Vinho do Porto (Portugal) em 1974 e 1975 e o 1000 Lakes (Finlândia) 1976. Foi substituido pelo FIAT 131 Mirafiori Abarth.

domingo, 27 de julho de 2008

Carros 4x4: FIAT Panda 4x4

O FIAT Panda, foi lançado como um carro barato (tanto em preço final como em manutenção), básico e sem frecuras. Entrava na mesma classificação do Citroën 2CV e do Renault R4, com design de Giorgetto Giugaro, tinha um visual semelhante ao do FIAT Uno. Em 1983, foi lançada a versão 4x4, inicialmente com o motor 1.0 derivado do Autobainchi A112, foi o primeiro carro de pequeno porte com motor transversal a ser dotado de tração 4x4. A transmissão foi desenvolvida pela Steyr-Puch. O FIAT Panda foi descontinuado em 1996, e o Panda 4x4 se tornou a versão mais procurada, pelo preço e pela robustez, mas após o lançamento do New Panda, a versão 4x4 do novo modelo, lançada em 2004, não alcançou o sucesso da versão antiga.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Jipes: FIAT Campagnola

Hoje, falaremos sobre o FIAT Campagnola, foi fabricado entre 1951-1973, com inspiração no Jeep Willys e, sua versão revisada, o Nuova Campagnola, baseado no Land Rover inglês, entre 1974-1987.
Era rival do Alfa Romeo Matta no mercado italiano, mas rapidamente o superou, por ser mais barato e pelo fato do Matta ter ficado pouco tempo em produção. Assim como muitos outros Jipes, foi utilizado como veículo militar (com a designação ARXX, de Autoveicolo da Ricognizione mais o ano de entrada em serviço) e em algumas competições.
Em 1951, um Campagnola de série, concluiu a travessia de Argel até Cidade do Cabo em 11 dias, 4 horas e 54 minutos, um recorde ainda em vigor.